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Travessia Santos-Guarujá volta a operar com 7 balsas nesta sexta-feira

A DERSA informa que a travessia Santos-Guarujá volta a operar nesta sexta-feira, dia 1º de abril, com sete embarcações

A DERSA informa que a travessia Santos-Guarujá volta a operar nesta sexta-feira, dia 1º de abril, com sete embarcações

A frota está completa com a chegada do ferry boat FB-2, que veio de Bertioga. A travessia Bertioga-Guarujá utiliza agora a FB-12, que estava em Cananéia. Ela está no local desde segunda-feira passada, após liberação da Capitania dos Portos.

Com esses remanejamentos, os usuários da travessia Santos-Guarujá contarão com 288 vagas em sete balsas para ultrapassar o canal que separa as duas cidades. Isso vai evitar transtornos aos usuários e dará mais agilidade aos serviços. Estarão em operação as FBs 2, 5, 10, 17, 21, 23 e 24. Na última semana, a operação contava com 264 vagas em seis embarcações. Já o trajeto Bertioga-Guarujá terá a FB-12, com capacidade para transportar 24 veículos. A estimativa da DERSA é que o tempo médio de espera fique em torno de 29 minutos nos horários de pico. Entre 2011 e 2012, a DERSA vai investir R$ 170 milhões em reformas e outras melhorias nos sistemas de travessias que atendem os litorais norte, centro e sul. Serão reformadas 14 balsas, os estaleiros de Vicente de Carvalho e Guarujá e a Carreira de Iguape. Também haverá a construção e reforma de gavetas do atracadouro de Santos, construção de 12 dolfins no Litoral Sul e atracadouro flutuante de Bertioga. Com o início de operação da terceira gaveta de Santos haverá redução do tempo médio de travessia em 10%. A entrega está prevista para dezembro.

Para 2012 está sendo projetado investimento de R$ 80 milhões no sistema. Serão construídas três novas balsas com capacidade para 62 veículos. Também serão compradas duas lanchas para 350 passageiros cada. A entrega é prevista para novembro de 2012.

Está em fase de renovação os Certificados de Segurança de Navegação (CSN) das FB-14 e da FB-19. Paralelamente, essas balsas estão passando por reformas e manutenção programada de rotina. Essa manutenção geral é necessária devido ao ritmo de trabalho intenso a que elas são submetidas e ao desgaste natural provocado pela água do mar.

A DERSA procura combinar o período dessa parada programada de manutenção - que tem duração média de cinco meses - com a data de vencimento do CSN e o período do ano onde a demanda pelo serviço de travessia é menor, entre março e novembro. A Autoridade Marítima só renova a licença das embarcações após uma reforma geral e de posterior vistoria detalhada. Essa é a razão da retirada de operação das balsas no momento do vencimento do CSN.