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DERSA inicia obras de R$ 82 milhões no Complexo Jacu-Pêssego

As obras serão iniciadas no próximo dia 15 de março e devem perdurar por seis meses

Foto Serão feitos 4,5 km de marginais na zona leste da capital e concluído o trevo de acesso à avenida João Ramalho, em Mauá.

A DERSA (Desenvolvimento Rodoviário S.A.) investirá R$ 82 milhões na segunda fase das obras do Complexo Jacu-Pêssego, na divisa entre a zona leste de São Paulo e Mauá. As obras serão iniciadas no próximo dia 15 de março e devem perdurar por seis meses.

As intervenções previstas são a construção de 4,5 km de via marginal à avenida Jacu-Pêssego nos bairros Jardim Vitória, Jardim Conquista e Jardim Paulistano; a conclusão do trevo de acesso à avenida João Ramalho, em Mauá; e a construção de retorno na avenida Papa João XXIII, antes do Rodoanel, também em Mauá.

Os contratos das obras foram readequados pela DERSA com as construtoras ao longo das últimas semanas. Com o procedimento, os custos caíram de R$ 99,5 milhões para os atuais R$ 82 milhões. Ou seja, foi obtida uma economia de R$ 17,5 milhões, o equivalente a mais de 17% do anteriormente orçado.

Além disso, a revisão resultou em mais benefícios para quem irá trafegar por ali. Foi incluído na marginal da Jacu-Pêssego um trecho de 500 metros a partir do viaduto Pedro Medeiros, na altura do bairro Jardim Manoel do Vale, na capital. Com isso, será aberto acesso da marginal à avenida Sapopemba, o que não constava do traçado original.

A DERSA também negociou a cessão, para a Polícia Militar, das edificações utilizadas na gestão do empreendimento. No local, será instalada a sede de uma companhia da PM, o que contribuirá para propiciar mais segurança para a população da região. O local cedido pela empresa permitirá à polícia acesso direto à Jacu-Pêssego e dista cerca de 700 metros do viaduto Pedro Medeiros.

Serão diretamente beneficiados com as obras os bairros Iguatemi, Carrãozinho, Jardim Vitória, Jardim Conquista, Jardim Paulistano e Jardim Manoel do Vale, na capital, além do município de Mauá. As obras da marginal da Jacu-Pêssego ficarão sob a responsabilidade das construtoras CR Almeida e Contern. Já as intervenções no trevo de Mauá serão tocadas por Andrade Gutierrez e Serveng.